Pressao potenciometrica da cabeca em corta-matos de braco

Pressão Potenciométrica na Roçadora de Braço – Factos e Mitos
No mundo das máquinas municipais surge cada vez mais informação sobre a chamada pressão potenciométrica na roçadora de braço. Alguns fabricantes tentam apresentar este sistema como uma solução revolucionária. Na realidade, trata-se de um acessório supérfluo, que pode causar mais prejuízos do que benefícios.
O que é a pressão potenciométrica?
A pressão potenciométrica da cabeça de trabalho permite regular a força de pressão da cabeça de trabalho da roçadora de braço sobre o solo. Soa a inovação? Na prática, trata-se de um sistema que não melhora o desempenho do trabalho, antes complica a operação.
Como funciona a pressão potenciométrica?
Este sistema baseia-se numa válvula controlada por um potenciómetro ou manualmente, que controla o caudal de óleo hidráulico para o cilindro hidráulico do braço – o primeiro ou o principal. Teoricamente, permite ajustar a pressão da cabeça de trabalho às diversas condições de terreno. Na realidade, contudo, os operadores frequentemente ignoram esta função, concentrando-se nas regulações básicas que garantem a estabilidade do trabalho.
Por que a pressão potenciométrica é um acessório supérfluo?
• A aplicação da pressão potenciométrica do braço principal através da introdução de alimentação bidireccional para o cilindro hidráulico principal abre a possibilidade de montagem de um balde de escavadora, transformando a roçadora de braço numa escavadora. Contudo, esta solução acarreta o risco de danos na suspensão do tractor e na própria máquina, o que já se verificou na prática. Convém recordar que os distribuidores potenciométricos têm aplicação principalmente em miniescavadoras e escavadoras, e não em roçadoras de braço.
• Ausência de impacto real no desempenho do trabalho – os operadores de roçadoras de martelos em braço hidráulico não necessitam de regulações adicionais que desviem a atenção.
• Maior risco de danos – o sistema pode levar à deformação dos cilindros hidráulicos e a danos no sistema hidráulico.
• Complicação desnecessária da operação – os operadores profissionais preferem soluções simples e fiáveis.
Adicionalmente, a aplicação da pressão potenciométrica do braço principal através da introdução de alimentação bidireccional para o cilindro hidráulico principal abre a possibilidade de montagem de um balde de escavadora, transformando a roçadora de braço numa escavadora. Contudo, esta solução acarreta o risco de danos na suspensão traseira do tractor e no próprio braço, o que já se verificou na prática. Convém recordar que os distribuidores potenciométricos têm aplicação principalmente em miniescavadoras e escavadoras, e não em máquinas municipais.
Pressão potenciométrica e resistência da construção
Ao contrário das escavadoras, as roçadoras de braço não são concebidas a pensar na transmissão de grandes forças de pressão. A sobrecarga excessiva do braço conduz a um desgaste mais rápido dos componentes, o que se traduz em maiores custos de assistência e no risco de paragens no trabalho. Em casos extremos, o apoio de toda a massa da cabeça de trabalho e do braço hidráulico, bem como parcialmente do tractor, pode levar à destruição da roçadora de braço. O braço pode ficar dobrado, torcido ou mesmo partido.
Distribuidores chineses no sistema hidráulico – excelente marketing, péssima praticidade
Um aspecto muito importante desta tecnologia é o facto de em muitos casos serem utilizados distribuidores hidráulicos idênticos aos utilizados nas miniescavadoras chinesas. Estes distribuidores praticamente não diferem dos sistemas hidráulicos utilizados nas miniescavadoras chinesas e constituem uma alternativa barata aos distribuidores dedicados das roçadoras de braço.
Por que isto é importante?
• Economia – a utilização de distribuidores chineses representa uma poupança de custos em comparação com soluções especializadas mais dispendiosas.
• Ausência de descida gravitacional – ao contrário das roçadoras de braço profissionais, em que o braço desce por gravidade, aqui é utilizado um cilindro hidráulico de duplo efeito, à semelhança das escavadoras chinesas.
• Exploração engenhosa das especificidades dos distribuidores – a solução está excelentemente embrulhada em marketing, pois no papel parece um aperfeiçoamento tecnologicamente bem pensado. Na realidade, é apenas um truque de marketing astuto, que se baseia na simples utilização de componentes baratos.
Esta solução é eficaz apenas em miniescavadoras chinesas, onde foi desenvolvida para aplicações completamente diferentes. No caso das roçadoras de braço, não só não melhora o desempenho, como pode levar a avarias e ao aumento do desgaste dos componentes. Não é uma solução prática nem segura – é puro marketing.
Exemplo da vida real: O que pode correr mal?
Este ano deparámo-nos com um caso que ilustra perfeitamente por que a pressão potenciométrica é uma má ideia. Uma das empresas que promovem este sistema forneceu numa adjudicação pública uma máquina para a Direcção Distrital de Estradas (PZD) na Silésia. O operador, alheio às limitações do sistema, apoiou o braço sobre a cabeça de trabalho. O que aconteceu?
O cilindro hidráulico empenou-se para o lado contrário, literalmente como uma banana. O “importador”, na realidade uma pequena estação de serviço, tentou imputar a culpa ao operador. Na realidade, não se trata de erro humano, mas de uma concepção defeituosa do sistema.
Como funciona na ROLMEX?
Na empresa ROLMEX Karol Misiuda conhecemos perfeitamente o sistema de pressão potenciométrica. Temo-lo na nossa oferta e podemos instalá-lo em qualquer máquina – tanto na configuração padrão como por solicitação especial do cliente.
Mas será que o recomendamos? Em absoluto não.
As nossas máquinas são concebidas a pensar nas necessidades reais dos utilizadores, e não no cumprimento de exigências artificiais dos concursos públicos.
Por que as nossas roçadoras de martelos em braço hidráulico são melhores?
As nossas máquinas trabalham em 25 países em todo o mundo. São resistentes, versáteis e fiáveis nas condições mais exigentes.
• Resistência da construção
• Versatilidade dos braços
• Fiabilidade nas condições mais exigentes – em silvicultura, ferrovia, drenagem
Exportação para 25 países – qualidade global ROLMEX
As nossas roçadoras de braço são reconhecidas não só na Polónia, mas também em 25 países em todo o mundo.
Em lado nenhum a pressão potenciométrica é considerada algo necessário. Trata-se simplesmente de um acessório supérfluo, que na realidade nada acrescenta à qualidade do trabalho.
Conclusão: O que realmente conta?
No mundo das máquinas municipais não se trata de adornos.
O que conta é a fiabilidade, a simplicidade de operação e a durabilidade.
Pressão potenciométrica da cabeça de trabalho? Temo-la. Oferecemos. Mas não recomendamos.
Sabemos que se trata de um acessório supérfluo, que nada acrescenta ao trabalho diário.